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António Costa sobre JMJ: “É um grande projeto internacional”

Written by on 25 de Janeiro, 2023

O primeiro-ministro foi questionado sobre o investimento da autarquia de Lisboa para o altar-palco de Papa Francisco.

Esta quarta-feira, dia 25 de janeiro, António Costa esteve em Castelo Branco, no âmbito da iniciativa “Governo Mais Próximo”.

Questionado pelos jornalistas sobre o altar-palco da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), cujo valor de mais de 4 milhões de euros está a causar polémica, o primeiro-ministro disse que “hoje é um dia dedicado ao distrito de Castelo Branco” e sublinhou que “Portugal não é Lisboa”, cidade sobre a qual garante que haverá outras alturas para falar.

Apesar disso, Costa acabou por recordar que a realização da Jornada Mundial da Juventude “é um grande projeto internacional, que mobiliza todo o país” e a distribuição “entre aquilo que é comparticipado pelo Estado e aquilo que é por outras entidades” já está acordado.

Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, revelou que sabia que a infraestrutura seria “muito cara” e “um investimento muito grande” para Lisboa, mas que espera que esta possa ficar “para o futuro”.

Queremos que esse palco, essa infraestrutura, fique para o futuro e que muitas dessas infraestruturas fiquem para o futuro. Eu sabia que isto ia ser muito caro, que era um investimento muito grande para a cidade“, disse o autarca.

As especificações daquele palco foram definidas em reuniões que tivemos com a Jornada Mundial da Juventude, com a Igreja e com a Santa Sé [Vaticano]. Nós estamos na Câmara a executar essas especificações para um palco de 1,5 milhões de pessoas“, referiu ainda.

A autarquia, continuou, tinha de “que arrancar rapidamente a obra”, por causa do evento que vai decorrer em agosto. 

Não podemos como cidade, como país, não acolher o papa, respeitando aquilo que é a regra de um evento que nunca se fez em Portugal. Qualquer comparação de preço, qualquer comparação de custos não se consegue comparar, porque nós nunca tivemos algo desta dimensão“, rematou Carlos Moedas.


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