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Autópsia à criança que morreu com Covid concluída

Written by on 19 de Janeiro, 2022

Instituto Nacional de Medicina Legal revelou hoje que autópsia à criança de seis anos que morreu no Hospital Santa Maria, em Lisboa, está concluída, avança o Jornal de Notícias.

No entanto, a diretora da Delegação Sul do Instituto Nacional de Medicina Legal acrescenta que são necessários exames complementares, cujas conclusões só deverão ser conhecidas dentro de um mês.

“Estamos a fazer tudo para que seja o mais rápido possível, mas há exames complementares que precisam de tempo para estarem concluídos. Não depende de nós, as análises têm de ser processadas. Rapidamente vamos ter os resultados, num mês teremos de certeza absoluta”, afirmou a diretora da Delegação Sul do Instituto Nacional de Medicina Legal, citada hoje pelo Jornal de Notícias.

Eugénia Cunha explicou ao jornal que são necessários os resultados dos exames complementares de anatomia patológica e toxicologia.

Quanto ao resultado da autópsia, a antropóloga forense disse que não pode avançar informações desse cariz por ter sido aberto inquérito pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Os resultados serão depois enviados ao Ministério Público.

O Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) anunciou na segunda-feira que um menino de seis anos com teste positivo para SARS-CoV-2 morreu no domingo no Hospital Santa Maria.

O centro hospitalar afirmou, em comunicado, que a criança deu entrada no Hospital de Santa Maria no sábado com “um quadro de paragem cardiorrespiratória”.

“A criança tinha a primeira dose da vacina contra a covid-19, tendo o CHULN notificado o caso ao Infarmed e à Direção-Geral da Saúde”, refere o comunicado.

Numa nota enviada na terça-feira às redações, a Ordem dos Médicos apelou que se “mantenha a serenidade que uma situação destas exige”, reiterando que “é necessário aguardar pelas conclusões da equipa forense, nomeadamente pelos resultados da autópsia médico-legal e potenciais exames toxicológicos”.

Segundo os dados da DGS, desde o início da pandemia, morreram três crianças entre os zero e os nove anos.


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