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Os três cenários possíveis para os próximos meses de pandemia

Written by on 6 de Setembro, 2021

A diretora-geral de Saúde, Graça Freitas, deu a conhecer três cenários que estão em cima da mesa, quanto ao futuro da situação pandémica no país.

Portugal alcançou, este domingo, o importante marco de ter 85% da população inoculada com pelo menos uma dose da vacina contra a Covid-19.

“Devemos estar bastante orgulhosos”, enalteceu Graça Freitas.

“85% da população portuguesa tem uma dose da vacina e esse é um resultado de que devemos todos, enquanto povo, estar bastante orgulhosos”.

Ainda assim, a diretora-geral de Saúde mostra apreensão face ao futuro e aos receios.

“Há sempre algum cuidado a encarar o outono e o inverno […] estas são duas estações de grande stress em termos da nossa saúde”.

Graça Freitas explicou que estão a ser preparados três cenários distintos na preparação dos próximos meses, no que à pandemia diz respeito.

Os três cenários possíveis para os próximos meses de pandemia:

  • “O bom cenário”
    Este cenário pressupõe que “as coisas se comportarão como agora, ou seja, com uma tendência estável decrescente da atividade pandémica no nosso país, em que a variante Delta tem 100% de domínio”.
    Será uma tendência parecida com a atual, em que a população está imunizada, não há novas variantes e a vacina não perde a sua efetividade.
  • “O segundo cenário”
    Um segundo cenário acontecerá se se registar “uma subida lenta de casos porque a vacina pode ir perdendo o seu efeito ao longo do tempo, mas ainda sem uma nova variante”.
    Este será “um cenário de mais casos, provavelmente mais casos ligeiros do que graves”.

  • “O terceiro e o cenário pior”
    “Não está posto fora de questão que é poder existir uma nova variante que venha colocar desafios ao estado atual do país, em que uma grande percentagem da população está vacinada e imunizada”.
    Neste terceiro cenário, que a diretora-geral de Saúde enfatizou que não pode ser colocado de parte, a preocupação será a “pressão sobre o Sistema Nacional de Saúde” ao nível dos casos graves em Unidades de Cuidados Intensivos.

Fonte: Notícias ao Minuto.


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