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Jovens unem-se para assinar petição contra Youtubers portugueses sob acusação de burla

Written by on 3 de Março, 2021

Os subscritores pedem que as autoridades atuem contra os esquemas “altamente aliciantes” que alguns dos Youtubers mais famosos, alegadamente, promovem.

Uma petição, assinada por mais de sete mil internautas, está a solicitar à Polícia Judiciária (PJ) que investigue os “esquemas ou pseudo-negócios” praticados por alguns Youtubers portugueses.

Na petição, os subscritores pedem que as autoridades atuem contra os esquemas “altamente aliciantes“, divulgados por influenciadores, e que visam “o enriquecimento desonesto destes burlões à custa de perdas enormes por parte das pessoas burladas“.

“Estes burlões usam os mercados financeiros como ilusão para o enriquecimento rápido para enganar as pessoas burladas como por exemplo Forex, ações e Criptomoedas além de promoverem grupos especiais com pagamentos mensais para terem acesso a sinais”.

O assunto tomou outras proporções nos últimos dias, já que foram denunciados [por outros influenciadores] alguns casos de supostas burlas praticadas e divulgadas por nomes conhecidos do Youtube português.

No documento, constam nomes de “alguns dos possíveis burlões”, sendo os principais visados: Windoh [1 milhão e 74 mil subscritores], Numeiro [396 mil subscritores] e DavidGYT [109 mil subscritores].

Recentemente, o Youtuber Diogo Figueiras [Windoh] lançou um curso de investimento em ações e criptomoedas, a 400 euros.

O assunto tornou-se, rapidamente, tendência no Twitter e foram várias as acusações feitas ao influenciador por considerarem que este seria um esquema de burlas.

Sobre estas acusações, o Youtuber alega tratar-se “rumores” e “blasfémias“. 

Através desta plataforma, Diogo Figueiras publicou um novo vídeo onde explica o porquê de associarem este curso a burlas, uma vez que “um indivíduo conseguiu aceder ao nosso site, aceder aos dados dos nossos clientes e tirar cerca de 50 páginas do nosso curso“.

Mais tarde, conta, o hacker espalhou que “o nosso curso era apenas de 2 páginas e, estas, da Wikipedia“. O Youtuber desmente as acusações e refere que “não é correto o que andam a dizer. Deixem-me de associar a esquemas, porque nunca o fiz“.

Ainda assim, assume que o valor pedido pelo curso talvez tenha sido “excessivo” mas garante nunca ter tido intenção de enganar o seu público.

Para além disto, a petição denuncia, também, a promoção de sites de apostas “online” sem licença para operar em Portugal por parte de alguns influenciadores.

Fonte: Jornal de Notícias.


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