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Sporting avança com despedimento coletivo em vários departamentos do clube e da SAD

Written by on 13 de Janeiro, 2021

Os visados foram convocados via email.

O Sporting Clube de Portugal, avançou nesta quarta-feira para um despedimento coletivo de cerca de 20 pessoas ligadas ao clube, nomeadamente do seu departamento de comunicação ao serviço de sócio passando ainda por outros departamentos mais ligados ao secretariado e às modalidades.

Os visados receberam um email a pedir a presença nas instalações da SAD leonina para anunciar essa mesma decisão, que se justifica em alguns casos pelos elevados salários, face à atual realidade, e noutros por reajustamentos internos que visam a redução de pessoal no clube.

De acordo com o que tem sido também referido nos encontros, os impactos da pandemia precipitaram o processo de despedimentos, que prevêem uma poupança anual de cerca de um milhão de euros.

Permanece também no programa de visão estratégica, que estava previsto para o clube tendo em vista o intervalo temporal 2020-2022, a vontade de se proceder a uma reorganização geral do clube em termos internos, operacionalizando de melhor forma todos os departamentos entre clube e SAD.

Paulo Cintrão, assessor de comunicação da SAD para o futebol, foi um dos 20 elementos destacados por este despedimento. Rosa Duarte, que faz parte do secretariado há mais de três décadas, foi igualmente convocada para uma reunião no mesmo sentido.

Foram informados outros funcionários: das partes administrativas, comunicação e apoio, como o serviço ao sócio ou às modalidades, nomeadamente José Quezada, André Leitão, Carla Quinaz Pereira (mulher de Miguel Albuquerque, antigo diretor geral das modalidades dos leões), Daniela Barata ou Carmo Tavares, antiga atleta do clube que passou depois para o secretariado.

De salientar ainda que, em abril, o Sporting anunciou aos funcionários do clube que iria entrar em regime de layoff, com três regimes diferentes de adaptação de 30 dias, que foram depois prolongados por mais um mês.

Quase 90% viram as suas funções suspensas ou sentiram um corte de horário, enquanto os restantes se mantiveram em teletrabalho com o mesmo vencimento que tinham antes da pandemia.

Entre maio e junho existiu um reajustamento pelo regresso de alguns departamentos, nomeadamente o do futebol profissional. A 15 de junho, esse período abrangido pelo layoff terminou, ainda que nem todos os funcionários tinham regressado às suas funções de imediato.

Fonte: Observador


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