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Ex-presidente da Raríssimas processa instituição em centenas de milhares de euros

Escrito por a 13 de Fevereiro, 2020

Paula Brito e Costa, fundadora e ex-presidente da Raríssimas, considera o seu despedimento ilegal, e vai processar a associação em mais de 147 mil euros.

A antiga presidente foi acusada de acusada de desviar fundos da instituição para gastos pessoais, em 2017.

A ação de Paula Brito e Costa contra a Raríssimas deu entrada em fevereiro de 2019, no Tribunal de Trabalho de Loures, com o objetivo de impugnar o seu despedimento, assim como a devolução de 384 mil euros que a instituição lhe exige, .

Depois de uma primeira audiência em dezembro do ano passado, em que não se conseguiu alcançar um acordo entre ambas as partes, foi decidido prosseguir-se para julgamento. A decisão da ação da ex-presidente deveria ter começado a ser julgada esta quarta-feira passada, mas o julgamento foi suspenso uma vez que se aguarda que o processo que a Raríssimas tinha colocado sobre  Paula Brito e Costa seja transferido par ao Tribunal de trabalho de Loures e que, assim, se possa juntar as duas ações num único processo.

A Raríssimas, Associação Nacional de Deficiências Mentais Raras, foi fundada em abril de 2002 e tem como objectivo a apoiar pessoas com doenças raras. Em dezembro de 2017 uma reportagem na TVI denunciou várias irregularidades na gestão da associação.


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